Empreita

Numa única tarde, 
Fizemos luxuosa mansão
E meia dúzia de castelos,
Todos respingadinhos
À Barcelona, imponentes;
Colunas, voláteis volutas,
A rebrilhar ao vento veranista,
Entre quatro muquinfos
De   crustáceos  “corruptos” 
(aqueles de fisgar robalo)
Parafusados na areia molhada
Da praia de Juqueí. 

(Poema escrito em 2018)

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