Queria como antes sair a escrever, e pronto. Mas hoje o universo não me deixa. Meio século é muito. Mas a gente ainda dança dragostea din tei. Em romeno. Romanos que somos, em ódio aos bárbaros. O mundo queimado, as esperanças perdidas. A mesma coisa de sempre, apenas com o receio que me dá frio de não ser escolhido pelas estrelinhas para descobrir o Eu. Ainda assim, oh, ainda assim, como Eliot Ness, não desistiremos. E quem sabe um dia teremos o dia, a hora, o momento e a vez de Gutico Matragers.

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